Defesa em PAD, demissão ilegal e reintegração ao cargo para servidores estaduais, federais e municipais de Joinville e do norte de Santa Catarina. Atendimento 100% remoto.
Consultar agoraAtuação especializada para servidores públicos de Joinville e do norte catarinense.
Análise técnica do PAD conforme a LC 491/2010 (estadual SC) ou Lei 8.112/1990 (federal), com identificação de vícios e defesa escrita.
Contestação de demissões com irregularidades no TJ-SC ou na JFSC subseção de Joinville.
Ação judicial para retorno ao cargo com recebimento das verbas retroativas.
Instrumento para suspender atos administrativos ilegais com urgência.
Joinville é a maior cidade de Santa Catarina e um dos maiores polos industriais do sul do Brasil. Concentra um expressivo contingente de servidores públicos municipais, estaduais e federais.
Servidor estadual em Joinville — Professores, policiais militares, servidores da SESA e demais órgãos estaduais catarinenses em Joinville são regidos pelo Estatuto dos Funcionários Públicos de SC (Lei Promulgada 198/1954), com o rito do PAD pela LC 491/2010. Recursos judiciais tramitam nas Varas de Fazenda Pública da Comarca de Joinville (TJ-SC).
Servidor municipal de Joinville — Regido pelo estatuto próprio do Município de Joinville. O PAD segue normas municipais específicas. Recursos também tramitam no TJ-SC, Comarca de Joinville.
Servidores federais em Joinville — INSS, Receita Federal, PRF e outros órgãos federais: regidos pela Lei 8.112/1990. Recursos tramitam na Subseção Judiciária Federal de Joinville (JFSC).
Dúvidas comuns de servidores de Joinville e do norte de SC.
Professores e servidores estaduais de SC são regidos pelo Estatuto dos Funcionários Públicos Civis de SC (Lei Promulgada 198/1954). O rito do PAD segue a LC 491/2010. Em Joinville, os recursos judiciais tramitam nas Varas de Fazenda Pública da Comarca de Joinville, vinculada ao TJ-SC.
Não necessariamente. Servidores municipais são regidos pelo estatuto próprio do Município de Joinville, que tem normas específicas para o PAD, geralmente inspiradas no modelo estadual ou federal. O recurso judicial também tramita no TJ-SC, mas as regras de prazo e rito podem variar — por isso é importante analisar o estatuto municipal do seu caso.
120 dias para Mandado de Segurança e 5 anos para ação ordinária, contados da publicação ou notificação pessoal da portaria de demissão. Esses prazos são uniformes para qualquer estatuto.
Sim. Atendemos 100% remotamente servidores de Joinville, Jaraguá do Sul, São Francisco do Sul e do norte catarinense por videoconferência, WhatsApp e e-mail.
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